O Tempo Ontem e Hoje
A cerca de 60 anos atrás o tempo parecia correr mais devagar, existia prazer em ficar olhando o fogo, e beber água da mina. Era uma época que parecia mais com a pré-história do que com os dias de hoje.
Devido ao capitalismo o mundo avança em passos cada vez mais largos em direção a modernidade, o mundo hoje é necessário novidades para comprarmos e facilitar nossas vidas. O fogão de lenha e a mina estão obsoletos, e novos paradigmas vão substituindo os que existiam antes.
A tecnologia nos dá conforto, torna a vida mais fácil, porém nos traz felicidade?
A evolução tecnológica parece uma corrida contra o tempo, que é acompanhada pela sede de consumo, necessitamos ter o produto mais moderno para sermos felizes e para fazer parte do nosso “meio ambiente”. E a cada estação temos que nos desfazer dos nossos bens para ter outros, cada vez mais modernos, que estão na moda. Isso pode ser uma faca de dois gumes, e quando não é bem administrado pode nos trazer infelicidade, a sensação que estamos sempre atrás de algo que nunca iremos alcançar, pois isso nos traz a falsa impressão que o tempo passa mais rápido e nos privamos de prazeres simples que a vida pode nos proporcionar.
O fogão de lenha que faz a comida, a mina d’água que mata a sede depois de um dia árduo de trabalho, a vida levada de maneira mais tranqüila e mais lenta, e principalmente todo o esforço para conseguirmos as coisas traziam uma sensação de felicidade que não conseguimos sentir nos dias de hoje ao ligar um fogão, ao abrir uma torneira. Está tudo pronto para o consumo, não é preciso esforço, nem criação.
Apesar do dinamismo da modernidade tecnológica de hoje ainda podemos ver a curiosidade e o fascínio de uma criança a observar uma fogueira, isso nos dá a certeza que nem tudo está perdido, que pode haver esperança no que está dentro de nós, transparente na pureza das crianças ao admirar coisas simples, e possa ser revivido em felicidade, apesar de todo.
Não sejamos contra a tecnologia, pois ela nos dá conforto, nos poupa tempo, e este tempo que sobra, se formos espertos, usaremos para ficar mais tempo olhando o fogo da fogueira e beber a água da fonte.
Foi o que falou o ao Jornal O Globo o presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, Nicolao Dino. Segundo o jornal as cadeias brasileiras tem 400 mil detentos, 150 mil a mais do que pode suportar, porém há 550 mil mandados de prisão não cumpridos, eu disse 550 mil foragidos da polícia, marginais que estão na rua livres para continuar praticando seus crimes. Isso só pode ser porque se prender toda esta gente, as penitenciárias vão “estourar”. Para colocar toda esta gente em “cana” teria que ser construído 3 vezes mais presídios do que os já existentes. O ministro da justiça, senhor Tarso Genro falou ao Globo que “se fizermos um esforço muito concentrado, federativo, articulado, em dois ou três anos, teremos resultados ...”. Você acredita? Pois bem, nem eu!
Plantar m@conh@ para não comprar era o que a maioria dos manifestantes pacifistas de todas as idades queriam.
Foi desenvolvido pela
A queda do boeing da Gol, após o choque com o Legacy, onde morreram 154 pessoas foi a gota d’água para uma crise que dura até hoje. Revoltados com as condições de trabalho e os baixos salários, os controladores de vôo fizeram greve e diminuíram a um patamar seguro o número de vôos, o que começou a partir deste momento a acontecer atrasos constantes que se agravavam em datas comemorativas e feriados prolongados.
Estamos em junho e nesta época começam as animadas festas juninas. É quando nós - pessoas comuns - podemos, enfim, (nos) “fantasiar” e montar nossa quadrilha.
O mascote Cauê na verdade teve sua origem na política, Cauê veio de uma adaptação da expressão “Kaô aí”, muito utilizados pelos nossos políticos.
O logotipo do Pan na verdade uma analogia a uma revoada de pássaros nas cores verde (da mata), ouro (riquezas minerais), azul do mar (poluído pelo óleo), azul do céu (poluído por gases), laranja (agricultura).
A tocha é uma tradição antiga no Brasil, a muito tempo que vemos sendo atochados, a tocha também vem de uma adaptação da palavra arrocha, ou arrocho, tanto que este arrocho passa por todas as partes do Brasil e como sempre fica todo mundo olhando apatetado sem fazer nada enquanto poucos conduzem a tocha (o arrocho), mas isso agente está mais do que acostumado.
























