Após a descoberta de água na lua por uma sonda indiana, e também pela colisão voluntária de um projétil em uma das crateras da lua, constatando grande quantidade de água no único satélite natural da terra, alguns países como Índia, Estados Unidos, China e também a Agência Espacial Européia estão correndo contra o tempo para colocar o homem na lua novamente, depois décadas que o último ser humano colocou seus pés lá.
A Nasa, por exemplo, tinha planos de levar astronautas na Lua em 2020, plano suspenso temporariamente pelo presidente americano Barack Obama.
A Índia mandou, com enorme sucesso, a sonda Chandrayaan-1 a superfície da Lua em uma missão não tripulada.
E porque a água impulsionou tantos países a investir em uma nova missão tripulada a lua?
A água é o componente principal para baratear e tornar viável a presença humana constante no satélite, como uma estação espacial ou base lunar, por exemplo. Pois, a água não serviria apenas para consumo direto pelos astronautas, ela serviria para ser convertida em hidrogênio para servir de combustível para os foguetes, e também em oxigênio, para respiração.
Mas qual a vantagem de investir em uma nova missão tripulada a lua?
Obtenção de materiais raros, como a substância hélio-3, por exemplo, serviria de combustível para futuras usinas de fusão nuclear. A instalação de telescópios e o desenvolvimento científico são também apenas algumas dos principais objetivos que podem ser atingidos com uma missão como esta.
O certo é que a China está na frente dos outros, e trabalhando duro para ver se consegue enviar o homem a lua novamente na década de 2020, pelo menos.