Como agente aprende ajudando fazer trabalho de escola do(a) filho(a), aproveito e divido o texto com vocês, pois conhecimento nunca é demais:
A queda do boeing da Gol, após o choque com o Legacy, onde morreram 154 pessoas foi a gota d’água para uma crise que dura até hoje. Revoltados com as condições de trabalho e os baixos salários, os controladores de vôo fizeram greve e diminuíram a um patamar seguro o número de vôos, o que começou a partir deste momento a acontecer atrasos constantes que se agravavam em datas comemorativas e feriados prolongados.
O principal problema, e não novo, é em relação de equipamentos ultrapassados e com má conservação, o que compromete um serviço adequado que garanta a qualidade e a segurança das aeronaves e seus passageiros.
Outro problema crítico é que os controladores são poucos para um serviço que cresce a cada ano. Não há reposição de mão de obra qualificada a anos e isso acarreta uma sobrecarga nos controladores que necessitam de descanso apropriado a um trabalho tão delicado e estressante.
Para agravar mais ainda a situação, houve pane nos Cindactas (Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo) o que deixou vários vôos sem decolagem.
O governo brasileiro é também culpado da crise, pois é comum “esperar” chegar ao extremo de uma situação crítica para depois decidir o que e como fazer para resolver o problema. Isso não acontece só na crise dos aeroportos, mas em todas as áreas. Neste caso o governo tardiamente tentou em vão controlar a crise convocando mais controladores, negociou com a categoria, fez pressão em cima dos controladores de vôo, ameaçando-os, e chegou até a sugerir desmilitarizar o setor. Estas atitudes, em sua maioria, só fizeram aumentar a crise irritando mais ainda a categoria.
A solução ideal seria ter resolvido o problema antes dele se tornar crítico, como pediram diversas vezes os controladores de vôo, mas agora talvez a ação conjunta entre a categoria e o governo em tomar de imediato e ao mesmo tempo algumas atitudes: revisão de salários, plano de carreira, aumento de funcionários com treinamento adequado, melhora e aumento dos equipamentos, e talvez até a descentralização dos centro de controles (Cindactas), que hoje são quatro, para evitar a sobrecarga.
E o que a Ministra do Turismo, Marta Suplicy, tem a dizer disso tudo?

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Comments (4)
Realmente absurdo todo esse problema sem solução há muito tempo. Foi preciso um acidente terrível para que todos vissem o perigo que se corre nas viagens aéreas no país.
Posted by vladir | junho 19, 2007 6:10 PM
Posted on junho 19, 2007 18:10
Eu vi essa cena estupida da marta suplicy rs...
Bom, mas essa crise toda é uma grande sacanagem que já to acostumado a presenciar nos aeroportos, ainda mais este ano que viajei muito.
Legal essas curiosidades que li.
Posted by Arthur | junho 19, 2007 6:26 PM
Posted on junho 19, 2007 18:26
é o próprio turismo sexual!
Posted by Renata | junho 19, 2007 6:45 PM
Posted on junho 19, 2007 18:45
Essa Marta Suplicy e que deve ta precisando de relaxar e gozar... Creio que o Eduardo (Suplicy, marido da dita cuja) não devedar umazinha ha tempos...
Posted by Dr. Spock | junho 19, 2007 10:59 PM
Posted on junho 19, 2007 22:59